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Ética na comunicação migratória

Ética na comunicação migratória

Programação de meios informativos web de imigrantes, tem conquistado cada vez mais seu espaço na cidade de São Paulo.

Neste ambiente, a Associação de Comunicadores Bolívia Brasil "ASCOMBOLBRA" organizou a roda de conversa "Ética e Profissionalismo na Comunicação". A palestra aconteceu na noite de sexta feira 20 de outubro, nas instalações da "Casa do Povo" no bairro do Bom Retiro.

 



Susana Berbet, jornalista brasileira palestrou para um público de comunicadores bolivianos que atuam em São Paulo. Com ampla participação dos comunciadores bolivianos, o debate finalizou com um sentimento de "quero mais". Jorge Gutierres, presidente da ASSCOMBOLBRA , prometeu novos encontros entre a jornalista Susana com os comunicadores imigrantes em São Paulo.

 

Comunicadores radialistas web bolivianos, tem dedicado suas energias na capacitação para melhor aportar na contribuição da comunidade boliviana e latino-americana na cidade de São Paulo.

 

Entre os tópicos discutidos podemos destacara, o fato da coletividade migrante tornar-se cada vez mais dependente das comunicações e, de um modo geral, passa a depender dela para sua expansão e transmissão. Daí decorre a importância de uma avaliação ética do tipo de comunicação que queremos para nosso mundo.
Questões, trazem a reflexão à comunicadores bolivianos em São Paulo.

Será que queremos uma forma de comunicação não comprometida com a formação de um imigrante mais digno e senhor de si? Ou queremos uma comunicação isenta da responsabilidade de ajudar o cidadão a ser sempre melhor em sua eterna autoconstrução? A reflexão sobre o tipo de comunicação que queremos para nosso mundo é fundamental para clarearmos alguns pontos acerca de como devem ser os meios de comunicação.

O estabelecimento de normas de conduta para orientar os meios de comunicação de massa é habitualmente visto como uma forma de cercear a liberdade de imprensa e de estabelecer controle externo, na tentativa de dominar a informação e os meios de comunicação dos migrantes.

 


A comunicação como construtora de direitos.

A comunicação é uma das faculdades humanas que mais o caracterizam como um ser que constrói e transforma o mundo. E essa construção e transformação precisam estar sempre sendo transmitidas. A transmissão dessas etapas de crescimento humano, tanto no plano individual quanto no plano coletivo, fazem do homem um ser que está sempre em contato construtivo, compartilhando com os demais aquilo que aprende. Por isso, a comunicação deve ser ilimitada e ampla. Não pode ser cerceada e nem proibida.


Susana Berbert - Jornalista - Mestranda na Universidade de São Paulo.

Jornalista formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Possui experiência em produção de reportagens em texto e vídeo para revistas e sites da Editora Globo, na Globo Rural e Revista Crescer, onde atualmente é freelancer. Atuação em empresa júnior de comunicação, a Jornalismo Jr., onde trabalhou na organização de eventos relacionados ao universo da comunicação social e na elaboração de reportagens relacionadas ao cinema. Na empresa júnior, passou de integrante do núcleo de Eventos para Diretora do Núcleo de Eventos, em que coordenou uma equipe de doze pessoas. Possui prática na área acadêmica, no desenvolvimento de pesquisa e artigo, publicado e apresentado internacionalmente. Realizou viagens ao sertão nordestino como jornalista voluntária e possui intercâmbio. Em 2016 Recebeu o "Prêmio Globo de Jornalismo 2015" na categoria Brasil, com o especial Refugiados no Brasil, publicado no site da revista Crescer, e Menção Honrosa no "38º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos" com a reportagem "Pequenos e Invisíveis: a mortalidade das crianças indígenas", ao lado de Maria Clara Vieira, pela revista Crescer.