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Justiça brasileira condena a 12 anos, assassino do bolivianos Abraham Chura

Justiça brasileira condena a 12 anos, assassino do bolivianos Abraham Chura

 

Assassino do bolivianos Abraham Chura condenado a 12 anos de reclusão em regímen fechado.

Assassinos do jovem bolivianos Abraham Chura Villca são condenados em São Paulo, o crime aconteceu na Rua Coimbra em 2015.

Na madrugada de quinta-feira 19 de janeiro de 2017 por volta das 2:30h foram condenados os assassinos do jovem boliviano Abraham Chura Villca, os (3) acusados foram considerados culpados pelo júri popular composto por (7) cidadãos brasileiros.

O caso foi julgado pela Juíza da 1a vara do Juri de São Paulo, Dra. Renata Mahalen, acusação ficou a cargo do representante do Ministério Público o Promotor Dr. Lister Caldas Braga, em companhia da assistente de acusação a advogada Dra. Patrícia Vega (filha de mãe boliviana), o julgamento foi realizado no Tribunal de Justiça de São Paulo (Barra Funda) na cidade de São Paulo.

Justiça foi feita!... das 3 testemunhas do crime só uma acompanhou o caso até o fim... a coragem desta testemunha foi de extrema importância para a condena dos criminosos...” “...estou orgulhosa pela presença dos imigrantes bolivianos neste processo tão desgastante...” finalizou a Dra. Patrícia Vega.

Testemunhas, provas físicas e técnicas, colhidas e apresentadas ao júri pela promotoria, confirmaram a sólida veracidade da acusação, originando as seguintes penas aos criminosos:

LUIS ALBERTO MARTINEZ GAMARRA - assassino confesso da vitima com duas facadas no coração, foi condenado a 12 anos de reclusão em sistema fechado.

LEANDRO ACEVEDO MIRELES - cúmplice do crime sendo quem segurava a vitima para ser esfaqueada, condenado a 8 anos de reclusão em sistema fechado.

OSCAR ESTIGARRIBIO ARIVALOS - cúmplice do crime dando cobertura aos comparsas, condenado a 8 anos de reclusão em sistema fechado.


12 horas de maratona confrontando provas da promotoria contra teorias da defesa.

Na falta de parentes da vitima, imigrantes bolivianos compareceram ao julgamento, "…fiquei pedindo para a Virgem de Urkupiña fazer justiça, ela ouviu minhas preces… nossa presença fortaleceu o promotor e intimidou a defesa, estou feliz por ter colaborado assim…" foram as palavras da Sra. Emilia Terán Rocha (75), natural da cidade de Cochabamba - Bolívia, mora no Brasil a 60 anos. "…todos perdemos com o acontecido, nesta história não existem vencedores…" finalizou Juan Velasquez (47), natural de Yrupana - Sud-Yungas (La Paz), mora no Brasil a 20 anos. "…devemos organizar-nos os imigrantes bolivianos e lutar contra novos crimes…" foi o comentário de Edwin Layme Poma (40) natural da cidade de La Paz – Bolívia, mora no Brasil a 20 anos.

 

Sra. Angelica, mãe da Abraham agradece justiça brasileira

Sra. Angelica (64) mãe da vitima, que mora na cidade de La PAz - Bolívia, emocionada ao saber da condena dos assassinos do filho, agradeceu a justiça realizada pelo Brasil, agradeceu também a comunidade boliviana que tem apoiado a indignação pela morte do filho.

 

Veja como foi a repercução do crime no Brasil.