Mortadela do Michelão, cartão postal paulistano criação de Michel Tuma Ness

Alexandre Tuma Ness profissionalizou a Mortadela do Michelão: levanta os custos, faz a compra dos ingredientes, contrata o pessoal necessário, cuida para todos apresentarem-se uniformizados — inclusive ele, é claro! — e responsabiliza-se para que tudo saia a contento

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Michel Tuma Ness, mais conhecido como Michelão — tanto pelos mais de dois metros de altura quanto por um coração extrapolando o próprio peito —, faz jus à mesma definição de Wolfgang Amadeus Mozart feita pelo compositor Antônio Salieri: “Ele pega coisas banais e transforma em coisas maravilhosas.” Isso, por ser o pai de duas criações ícones dentro do turismo brasileiro trazendo este mesmo DNA: a origem simples, o resultado surpreendente.

Filho de imigrantes libaneses, natural do Município de Poá, localizado a Leste e bem perto da Cidade 24 Horas de São Paulo, capital do Estado de São Paulo, primeiro, criou o Clube do Feijão Amigo, almoço ou jantar comemorativo à base de arroz, feijão, bife e ovo frito, cardápio extremamente despojado. Depois, dentro dos eventos do Clube do Feijão Amigo, brindou os comensais com o sanduíche símbolo do paulistano: pão francês com mortadela.

Se o primeiro surge após a decisão de Michel Tuma Ness colocar um fim à humilhação dos funcionários almoçando como boias-frias no escritório da sua operadora, o segundo nasce do desejo de levar aos ambientes mais sofisticados um dos sabores mais autênticos da rica gastronomia popular da Cidade 24 Horas de São Paulo: os famosos sanduíches de pão com mortadela servidos no Mercado Municipal de São Paulo, transformados em iguaria das mais procuradas.

 

fonte: turismoria.com.br

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