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Carlos Mesa defende com muita garra causa marítima no Chile.

Carlos Mesa defende com muita garra causa marítima no Chile.

O porta-voz internacional para a reivindicação marítima da Bolívia, Carlos Mesa, sentou-se na noite passada no set do programa "El Informante" da Televisão Nacional do Chile, onde foram expostos os argumentos bolivianos contra um público doído pela recente decisão do Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) em Haya, que declarou sua competência para julgar a demanda boliviana.

"Eu acho que Chile é um país democrático e acho que dizendo a verdade quando diz que ele respeita as instituições internacionais e acredito que se o Chile está sujeito à jurisdição do Tribunal sabe que uma decisão do tribunal é vinculativa e executória. Nesse raciocínio credito que Chile terá de cumprir com o que o Tribunal decidir, caso contrário, Chile deveria se retirar se no fim, vai dizer não aceitar este resultado", destacou o porta-voz da Bolívia, cuja eloquência e domínio da história parecia colocar em maus lençóis o jornalista Juan Manuel Astorga.

 



No final, o jornalista perguntou a Mesa se achava que Bolívia tinha "democracia plena". Com a desenvoltura de um estadista, Mesa respondeu qual a Bolívia vive em uma democracia e que ele estava nesse programa de Tv como um porta-voz para a causa boliviana por isso não comentar política interna.

Em seguida, o programa continuou com os ex cancelares chilenos José Miguel Insulza e Hernan Felipe Errazuriz. O primeiro deu a entender que a Bolívia começou a Guerra do Pacífico e a segunda autoridade falou da saída do Chile do Pacto de Bogotá.